Olá amiguinhos,
Diz que é costume fazer-se um balanço quando o ano termina e novo ano começa. Mas eu não sou nada destas coisas... Afinal é só mais um dia que muda. A história é sempre a mesma. O balanço deve ser feito quando as várias etapas vão sendo percorridas ou quando elas terminam. E eis que termino abruptamente este post. Outras tarefas chamam por mim.
Até para o ano!
sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
As coisas que vou lendo e me deixam de boca aberta!
Amiguinhos,
Sei que passei vários dias sem escrever. Pois, é que agora sou pertencente à classe trabalhadora. Chego a casa depois das sete (19 para os mais picuinhas), tenho que preparar marmita e o almoço do dia seguinte, arrumar a casa e outras coisas que tais (não vale a pena escrever aqui porque senão iam ficar muito surpreendidos...)... A vida de um trabalhador não é fácil. Mas, vejam: reclama-se porque se está desocupado, reclama-se porque se trabalha. Nunca se está bem! Se bem que eu sei como estava bem, mas temo ser ainda muito cedo para pensar em estar reformada.
Mas bem, escrevo-vos hoje com um desabafo. É que hoje já li muitas coisas que me deixaram de boca aberta. Situações em que só me apetece dizer asneiras e etc, mas o pudor de jornalista ainda me impede de comentar. Será que fiquei com este defeito para todo o sempre? Serei incapaz de expressar publicamente a minha opinião com receio de estar a fugir ao que penso correcto enquanto ser imparcial? Eh pá, isto não deveria ser assim. Deveria chegar aqui e dizer o que me vai na alma sem quaisquer pudores. Até porque não devo nada a ninguém e as minhas opiniões até são boas (digo eu, com os nervos!). Sei que muitos de vocês me vão dizer: anda daí mulher! Avança! Diz tudo o que te apetece. Eh pá, mas ainda vou ter que fazer uma reflexão apurada sobre isso e temo que tenha que fazer uma cura...
Só em jeito de quem quer começar o processo de cura, deixo-vos o link (espero que apareça em condições porque já percebi que ainda sou info-excluída e ainda não sei lidar com estas coisas de blog em condições) de uma notícia que li hoje e que me apetece comentar. Mas, para já, deixo isso convosco. Ora aqui vai: (gente: para o caso de isto não aparecer em condições o link é http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=S%E3o%20Jo%E3o%20da%20Madeira&Option=Interior&content_id=2187505)
Sei que passei vários dias sem escrever. Pois, é que agora sou pertencente à classe trabalhadora. Chego a casa depois das sete (19 para os mais picuinhas), tenho que preparar marmita e o almoço do dia seguinte, arrumar a casa e outras coisas que tais (não vale a pena escrever aqui porque senão iam ficar muito surpreendidos...)... A vida de um trabalhador não é fácil. Mas, vejam: reclama-se porque se está desocupado, reclama-se porque se trabalha. Nunca se está bem! Se bem que eu sei como estava bem, mas temo ser ainda muito cedo para pensar em estar reformada.
Mas bem, escrevo-vos hoje com um desabafo. É que hoje já li muitas coisas que me deixaram de boca aberta. Situações em que só me apetece dizer asneiras e etc, mas o pudor de jornalista ainda me impede de comentar. Será que fiquei com este defeito para todo o sempre? Serei incapaz de expressar publicamente a minha opinião com receio de estar a fugir ao que penso correcto enquanto ser imparcial? Eh pá, isto não deveria ser assim. Deveria chegar aqui e dizer o que me vai na alma sem quaisquer pudores. Até porque não devo nada a ninguém e as minhas opiniões até são boas (digo eu, com os nervos!). Sei que muitos de vocês me vão dizer: anda daí mulher! Avança! Diz tudo o que te apetece. Eh pá, mas ainda vou ter que fazer uma reflexão apurada sobre isso e temo que tenha que fazer uma cura...
Só em jeito de quem quer começar o processo de cura, deixo-vos o link (espero que apareça em condições porque já percebi que ainda sou info-excluída e ainda não sei lidar com estas coisas de blog em condições) de uma notícia que li hoje e que me apetece comentar. Mas, para já, deixo isso convosco. Ora aqui vai: (gente: para o caso de isto não aparecer em condições o link é http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=S%E3o%20Jo%E3o%20da%20Madeira&Option=Interior&content_id=2187505)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
O SNS
Amiguinhos,
Escrevo-vos hoje para partilhar o meu episódio com o SNS (Serviço Nacional de Saúde). É fantástico, mas saibam que eu também sou!
Então é assim. Há uns meses tinha uma consulta marcada para fazer a revisão da tiróide. Como estava a trabalhar há pouco tempo e não queria pedir para trocar dias de folga, não fui à consulta. Depois nunca mais remarquei. Acontece que perdi todos os papéis da consulta. Sou mesmo fantástica, não sou? Agora que estou desocupada e que sinto que a tiróide começa a ter vida própria outra vez liguei para o hospital para saber o nome da médica e se podia marcar nova consulta. Disseram assim: "Ah e tal, a consulta era em Abril! Agora como já passaram sete meses tem que vir cá e falar com a médica novamente". E eu respondi: "Então não dá para remarcar?". "Ah e tal não! Tem que vir falar com a médica". "Mas eu moro longe daí. Diga-se a 300 kms. Não dá para lhe ligar?". "Ah e tal não! Tem mesmo que vir cá falar com ela!".
Conclusão: Eu pensei que poderia remarcar uma consulta a que não pude ir, ainda que tivessem passado muitos meses. Mas já vi que ah e tal não. Tenho que ir lá! E agora? Não vou. Vou começar todo o processo outra vez. Quem se lixa? A minha tiróide que vai começar a gritar e aos pulos.
Consequências: Vou ficar ainda mais louca do que já sou porque ela (a tiróide) tem poderes nunca antes vistos e dá cabo de mim...
Escrevo-vos hoje para partilhar o meu episódio com o SNS (Serviço Nacional de Saúde). É fantástico, mas saibam que eu também sou!
Então é assim. Há uns meses tinha uma consulta marcada para fazer a revisão da tiróide. Como estava a trabalhar há pouco tempo e não queria pedir para trocar dias de folga, não fui à consulta. Depois nunca mais remarquei. Acontece que perdi todos os papéis da consulta. Sou mesmo fantástica, não sou? Agora que estou desocupada e que sinto que a tiróide começa a ter vida própria outra vez liguei para o hospital para saber o nome da médica e se podia marcar nova consulta. Disseram assim: "Ah e tal, a consulta era em Abril! Agora como já passaram sete meses tem que vir cá e falar com a médica novamente". E eu respondi: "Então não dá para remarcar?". "Ah e tal não! Tem que vir falar com a médica". "Mas eu moro longe daí. Diga-se a 300 kms. Não dá para lhe ligar?". "Ah e tal não! Tem mesmo que vir cá falar com ela!".
Conclusão: Eu pensei que poderia remarcar uma consulta a que não pude ir, ainda que tivessem passado muitos meses. Mas já vi que ah e tal não. Tenho que ir lá! E agora? Não vou. Vou começar todo o processo outra vez. Quem se lixa? A minha tiróide que vai começar a gritar e aos pulos.
Consequências: Vou ficar ainda mais louca do que já sou porque ela (a tiróide) tem poderes nunca antes vistos e dá cabo de mim...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Almofadinhas de atum, bróculos e cogumelos
Amiguinhos, estas são as minhas almofadinhas de atum, bróculos e cogumelos. Ficam óptimas a acompanhar com uma saladinha esperta. Eu sou uma fada da cozinha, digam lá! Vá, digam! Pronto, já chega. Ficaram boas, isso garanto. Se quiserem a receita, avisem, eu partilho.
O azul da Cliché
Amiguinhos, este é o azul da Cliché que coloquei ontem. Deliciem-se!!! É um bocado FCP, mas eu gosto, acho muito fashion...
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
"A Selva" já é internacional!!!
Olá amiguinhos!!!
Saúdo-vos hoje com grande alegria! Hoje fui ver as estatísticas do meu blogue. Acalmem-se, não é nada de abismal, mas ainda assim gostei! "A Selva" já é lida em várias partes do mundo!!!!
Claro que as visualizações ainda não são astronómicas e o trânsito internauta ainda não entope estas vias, mas ainda assim fico contente por saber que "lá fora" (como diz a minha mãe) já lêem o que escrevo.
Continuem fiéis e pode ser que daqui a algum tempo (vários e largos anos) eu consiga fazer passatempos para vos oferecer prendas por lerem o meu blogue. Mantenham a fé porque eu também!
Saúdo-vos hoje com grande alegria! Hoje fui ver as estatísticas do meu blogue. Acalmem-se, não é nada de abismal, mas ainda assim gostei! "A Selva" já é lida em várias partes do mundo!!!!
Claro que as visualizações ainda não são astronómicas e o trânsito internauta ainda não entope estas vias, mas ainda assim fico contente por saber que "lá fora" (como diz a minha mãe) já lêem o que escrevo.
Continuem fiéis e pode ser que daqui a algum tempo (vários e largos anos) eu consiga fazer passatempos para vos oferecer prendas por lerem o meu blogue. Mantenham a fé porque eu também!
Roxo obsessão da Riské
Olá Amiguinhos,
Hoje partilho convosco a minha arte de ontem à noite: roxo obsessão da Riské. Digam lá se não está uma verdadeira obra de arte. Tenho que aprender a pintar mãos de outras pessoas e talvez este possa ser um futuro para mim...
Hoje partilho convosco a minha arte de ontem à noite: roxo obsessão da Riské. Digam lá se não está uma verdadeira obra de arte. Tenho que aprender a pintar mãos de outras pessoas e talvez este possa ser um futuro para mim...
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Histórias de uma desocupada em busca de emprego (Parte Primeira)
Olá amiguinhos!
Hoje resolvi partilhar convosco uma experiência que tive enquanto pessoa desocupada (desempregada, vá). Como vocês devem saber quem está desempregado tem que manter uma procura activa de emprego e tem que se apresentar quinzenalmente como forma de provar que não fugiu do país ou não praticou algum crime. Oh, lá me enganei, esse regime é para quem tem problemas com a lei! Os desempregados só têm que se apresentar quinzenalmente, não têm que provar que fugiram do país, apenas provar que continuam à procura de emprego. Mas, não era sobre isso que queria falar, embora houvesse muito para dizer. Mas por agora não temos tempo (já dizia o grande Herman José)!
A história que vos quero contar tem a ver com uma oferta de emprego que o Instituto de Emprego e Formação Profissional me enviou. Recebi, então, em casa uma carta a pedir que me apresentasse na empresa "X", nos dias seguintes. Assim fiz. Procurei a empresa na net e nada. Procurei as indicações no Google sobre como lá chegar e nada. Então parti à aventura! E que aventura (se fosse religiosa, agora diria "Meu Deus"!)!
Então foi assim: Cheguei à localidade e perguntei pela rua. Fiquei a saber que era uma rua que estava dividida pelas duas freguesias. Isso só por si já é engraçado. Chegada à rua não encontrei a empresa nem o número de porta que vinha indicado na carta do IEFP. E agora? O que fazer? Perguntam vocês, e bem!
Chegada a esta fase, e depois de ter contactado com vários populares (houve até uma senhora que percorreu a rua comigo para encontrar aquela empresa), decidi ligar a quem não me poderia falhar: um ex-presidente da Junta daquela freguesia. Se havia alguém que me podia ajudar seria ele. Quem conhece melhor a freguesia que um seu autarca? Pelo menos é assim que eu penso. Então lá fiz a ligação e eis senão quando a resposta me surpreende: "Oh LS, esse senhor (o contacto da empresa) não tem nenhuma empresa! Ele é funcionário de outra firma e, que eu saiba, não abriu nenhuma empresa! Mas o lugar que procuras é uma casa de habitação e, pela indicação que me dás, estás em frente a ela!". Esta foi a resposta que obtive...
Moral da história: Eu fui em busca de um emprego de escriturária. Cheguei ao local indicado pelo IEFP e era uma casa de habitação (mas mais parecia uma casa desabitada) onde ninguém me abriu a porta. Fiquei a saber que o contacto que o IEFP me indicou afinal é de um particular que não tem empresa nenhuma e que quer, afinal, uma empregada de limpeza. Depois de tudo isto fiz uma exposição ao IEFP e devo dizer que ficaram estupefactos com a situação.
Resultado final: Continuo desocupada!
Hoje resolvi partilhar convosco uma experiência que tive enquanto pessoa desocupada (desempregada, vá). Como vocês devem saber quem está desempregado tem que manter uma procura activa de emprego e tem que se apresentar quinzenalmente como forma de provar que não fugiu do país ou não praticou algum crime. Oh, lá me enganei, esse regime é para quem tem problemas com a lei! Os desempregados só têm que se apresentar quinzenalmente, não têm que provar que fugiram do país, apenas provar que continuam à procura de emprego. Mas, não era sobre isso que queria falar, embora houvesse muito para dizer. Mas por agora não temos tempo (já dizia o grande Herman José)!
A história que vos quero contar tem a ver com uma oferta de emprego que o Instituto de Emprego e Formação Profissional me enviou. Recebi, então, em casa uma carta a pedir que me apresentasse na empresa "X", nos dias seguintes. Assim fiz. Procurei a empresa na net e nada. Procurei as indicações no Google sobre como lá chegar e nada. Então parti à aventura! E que aventura (se fosse religiosa, agora diria "Meu Deus"!)!
Então foi assim: Cheguei à localidade e perguntei pela rua. Fiquei a saber que era uma rua que estava dividida pelas duas freguesias. Isso só por si já é engraçado. Chegada à rua não encontrei a empresa nem o número de porta que vinha indicado na carta do IEFP. E agora? O que fazer? Perguntam vocês, e bem!
Chegada a esta fase, e depois de ter contactado com vários populares (houve até uma senhora que percorreu a rua comigo para encontrar aquela empresa), decidi ligar a quem não me poderia falhar: um ex-presidente da Junta daquela freguesia. Se havia alguém que me podia ajudar seria ele. Quem conhece melhor a freguesia que um seu autarca? Pelo menos é assim que eu penso. Então lá fiz a ligação e eis senão quando a resposta me surpreende: "Oh LS, esse senhor (o contacto da empresa) não tem nenhuma empresa! Ele é funcionário de outra firma e, que eu saiba, não abriu nenhuma empresa! Mas o lugar que procuras é uma casa de habitação e, pela indicação que me dás, estás em frente a ela!". Esta foi a resposta que obtive...
Moral da história: Eu fui em busca de um emprego de escriturária. Cheguei ao local indicado pelo IEFP e era uma casa de habitação (mas mais parecia uma casa desabitada) onde ninguém me abriu a porta. Fiquei a saber que o contacto que o IEFP me indicou afinal é de um particular que não tem empresa nenhuma e que quer, afinal, uma empregada de limpeza. Depois de tudo isto fiz uma exposição ao IEFP e devo dizer que ficaram estupefactos com a situação.
Resultado final: Continuo desocupada!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Jantar de ontem
Amiguinhos,
Este foi o jantar de ontem à noite. Filetes de pescada, salada de cenoura com couve roxa temperada com maionese e arroz branco. Coisa simples, barata e fácil de fazer que eu gosto de cozinhar mas é assim, coisas simples e que fiquem boas.
Já vos disse, amiguinhos, que cozinhar é outra das actividades que me faz manter a sanidade mental em tempos em que a sanidade mental é cada vez mais escassa. Não se preocupem que vou continuar a colocar aqui opções para jantares, mas nem sempre porque nem sempre estou sã mentalmente... Vá, mas estou na maior parte das vezes!!!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Como tudo começou
Olá amiguinhos!
Depois de vos informar que este blogue (olhem, vou começar a escrever sempre assim que é para não dar erros no novo português. Pelo menos nesta palavra!) iria sofrer grandes alterações, venho agora explicar-vos porquê.
Como já sabem caros amiguinhos, estou novamente desocupada (que é uma maneira bonita de dizer desempregada!). Então, para manter a sanidade mental resolvi fazer diversas coisas, para além de procurar emprego. Uma delas foi pintar as unhas, como já viram e as outras vou-vos contando à medida que vou escrevendo.
Claro está que uma das actividades que me ajuda a manter a sanidade mental é recuperar este blogue. Há uns tempos o meu irmão sugeriu que eu escrevesse aqui sobre a minha experiência enquanto jornalista. Pois, vou fazê-lo, mas vou também escrever sobre a minha experiência enquanto desocupada (vá, desempregada).
Mas, primeiro, vou contar-vos uma coisa: como surgiu a ideia de me dirigir a vocês como “amiguinhos”. Quando comecei a pensar em dar a volta a este blogue, comecei a ler outros blogues, entre eles o blogue “A pipoca mais doce” (www.apipocamaisdoce.clix.pt). Depois do que li achei essencial arranjar um termo para me dirigir a quem me lê, até porque isso já tinha sido uma grande dificuldade. Então pensei no que iria ser o público alvo do meu blogue: os desempregados, em particular, e os insatisfeitos mas com bom gosto, no geral. Mas, pensem comigo: escrever isto tudo de cada vez que me queria dirigir a vocês era difícil. Por isso, substitui os desempregados, em particular, e os insatisfeitos mas com bom gosto, no geral, simplesmente por amiguinhos!
E agora, chega a hora de dizer como me lembrei da expressão amiguinhos. Na verdade, esta expressão pertence a um amiguinho meu. Ele vive na Covilhã. Cumprimentava alegremente toda a gente com um “Olá amiguinhos”! Mas fazia-o de uma forma tão particular que dava gosto ouvir. Ainda hoje reproduzimos várias vezes a maneira de ele o dizer. Reproduzimos igualmente a maneira como ele se referia a alguns professores da Universidade da Beira Interior chamando-os de “Nazis”. Mas desenganem-se, não era apenas uma perseguição aos professores. Quem era mais ríspido com ele ou quem ele achava que merecia lá levava com “és um nazi”. Pena tenho de não ter nenhuma foto dele, senão veriam como é uma pessoa singular.
Fiquem por aí que não se vão arrepender! Aguardem pelos próximos episódios!
Depois de vos informar que este blogue (olhem, vou começar a escrever sempre assim que é para não dar erros no novo português. Pelo menos nesta palavra!) iria sofrer grandes alterações, venho agora explicar-vos porquê.
Como já sabem caros amiguinhos, estou novamente desocupada (que é uma maneira bonita de dizer desempregada!). Então, para manter a sanidade mental resolvi fazer diversas coisas, para além de procurar emprego. Uma delas foi pintar as unhas, como já viram e as outras vou-vos contando à medida que vou escrevendo.
Claro está que uma das actividades que me ajuda a manter a sanidade mental é recuperar este blogue. Há uns tempos o meu irmão sugeriu que eu escrevesse aqui sobre a minha experiência enquanto jornalista. Pois, vou fazê-lo, mas vou também escrever sobre a minha experiência enquanto desocupada (vá, desempregada).
Mas, primeiro, vou contar-vos uma coisa: como surgiu a ideia de me dirigir a vocês como “amiguinhos”. Quando comecei a pensar em dar a volta a este blogue, comecei a ler outros blogues, entre eles o blogue “A pipoca mais doce” (www.apipocamaisdoce.clix.pt). Depois do que li achei essencial arranjar um termo para me dirigir a quem me lê, até porque isso já tinha sido uma grande dificuldade. Então pensei no que iria ser o público alvo do meu blogue: os desempregados, em particular, e os insatisfeitos mas com bom gosto, no geral. Mas, pensem comigo: escrever isto tudo de cada vez que me queria dirigir a vocês era difícil. Por isso, substitui os desempregados, em particular, e os insatisfeitos mas com bom gosto, no geral, simplesmente por amiguinhos!
E agora, chega a hora de dizer como me lembrei da expressão amiguinhos. Na verdade, esta expressão pertence a um amiguinho meu. Ele vive na Covilhã. Cumprimentava alegremente toda a gente com um “Olá amiguinhos”! Mas fazia-o de uma forma tão particular que dava gosto ouvir. Ainda hoje reproduzimos várias vezes a maneira de ele o dizer. Reproduzimos igualmente a maneira como ele se referia a alguns professores da Universidade da Beira Interior chamando-os de “Nazis”. Mas desenganem-se, não era apenas uma perseguição aos professores. Quem era mais ríspido com ele ou quem ele achava que merecia lá levava com “és um nazi”. Pena tenho de não ter nenhuma foto dele, senão veriam como é uma pessoa singular.
Fiquem por aí que não se vão arrepender! Aguardem pelos próximos episódios!
Look actual
Olá amiguinhos,
Este é o meu look actual. Verniz Cliché, made in chineses. Mas digam lá se não dá um show!
Este é o meu look actual. Verniz Cliché, made in chineses. Mas digam lá se não dá um show!
Nova aquisição
O renascer da Fénix
Olá amiguinhos!
Preparem-se! A partir de hoje este blog (ou será que devo escrever blogue???) vai sofrer uma revolução nunca antes vista! Agarrem-se bem aos bancos onde estão sentados por isto vai ser brutal.
A ideia é começar a escrever regularmente. Não vos prometo que escreva todos os dias, mas vou escrever mais vezes do que até agora. É que isto de estar desempregada tinha que dar em alguma coisa…
Preparem-se! A partir de hoje este blog (ou será que devo escrever blogue???) vai sofrer uma revolução nunca antes vista! Agarrem-se bem aos bancos onde estão sentados por isto vai ser brutal.
A ideia é começar a escrever regularmente. Não vos prometo que escreva todos os dias, mas vou escrever mais vezes do que até agora. É que isto de estar desempregada tinha que dar em alguma coisa…
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Depois de pintar as unhas, a compra do verniz!

E claro está que a minha próxima entrada neste blogue tinha que ser sobre vernizes. É verdade! Rendi-me! Comprei vernizes. E não foram poucos... São dos chineses, claro está! Mas para já tem que ser! Depois vamos evoluindo...
Mas, entretanto, mudei de secção no meu trabalho e deixei de poder pintar as unhas e, agora, tenho os vernizes guardados, usando apenas nas unhas dos pés. Outra grande fase da minha existência. O processo de pintar as unhas dos pés. Nada fácil, digo já para os mais avarentos que estejam com vontade de experimentar. Mas, com jeitinho tudo se consegue.
Uma coisa vos digo: não pinto as unhas mas percebo muito mais sobre frutas e legumes do que alguma vez imaginei vir a perceber. Esse estranho mundo dos frescos onde entrei e de onde sairei em breve. Digamos que foi uma experiência para aquisição do conhecimentos. Sim, porque já lá diz o ditado: "O saber não ocupa espaço"! E as nódoas negras adquiridas também não...
De novo em busca de novas aventuras, aceitam-se sugestões!
quinta-feira, 3 de março de 2011
Nova vida
Olá amigos,
Sei que a minha ausência foi prolongada, mas é justificada. Começou uma nova etapa da minha vida: já pinto as unhas. Ah, e para além disso, agora trabalho! Mas claro, que as unhas são uma nova tarefa que me ocupa bastante tempo. Nunca na vida me tinha dedicado a tal tarefa e agora vejo-me confrontada com acetona, verniz, base e os outros instrumentos usados neste quest. Enfim, tem sido a loucura.
Suponho que dentro de pouco tempo passe até a comprar vernizes. Ao que isto chegou. Nunca eu imaginei que a minha vida mudasse tanto. Mas, há sempre necessidade de nos adaptarmos às novas etapas que a vida nos traz. Por isso, cá estou eu preparada para estas mudanças e sei que conto com um apoio fundamental: o da minha sobrinha, que me aconselha nas cores dos vernizes e onde os comprar. Claro que a minha obra de arte (leia-se a pintura das minhas unhas) ainda não passou pelo crivo dela, mas em breve a C. terá oportunidade de classificar o meu trabalho. Vai ser um momento importante e com alguns nervos à mistura. Ela é exigente!
Bem, por hoje, vou deixar-vos. Terei que ir almoçar para dar início a uma nova fase. A procura do verniz sem os conselhos da expert C.S.. Vamos ver como corre. Depois darei novidades.
Sei que a minha ausência foi prolongada, mas é justificada. Começou uma nova etapa da minha vida: já pinto as unhas. Ah, e para além disso, agora trabalho! Mas claro, que as unhas são uma nova tarefa que me ocupa bastante tempo. Nunca na vida me tinha dedicado a tal tarefa e agora vejo-me confrontada com acetona, verniz, base e os outros instrumentos usados neste quest. Enfim, tem sido a loucura.
Suponho que dentro de pouco tempo passe até a comprar vernizes. Ao que isto chegou. Nunca eu imaginei que a minha vida mudasse tanto. Mas, há sempre necessidade de nos adaptarmos às novas etapas que a vida nos traz. Por isso, cá estou eu preparada para estas mudanças e sei que conto com um apoio fundamental: o da minha sobrinha, que me aconselha nas cores dos vernizes e onde os comprar. Claro que a minha obra de arte (leia-se a pintura das minhas unhas) ainda não passou pelo crivo dela, mas em breve a C. terá oportunidade de classificar o meu trabalho. Vai ser um momento importante e com alguns nervos à mistura. Ela é exigente!
Bem, por hoje, vou deixar-vos. Terei que ir almoçar para dar início a uma nova fase. A procura do verniz sem os conselhos da expert C.S.. Vamos ver como corre. Depois darei novidades.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Mudança de imagem
Olá amiguinhos,
Não se preocupem. Isto foi só uma mudança de imagem. Quero dar um ar mais fresco a este espaço. E mais de Jungle...
Que acham?
Não se preocupem. Isto foi só uma mudança de imagem. Quero dar um ar mais fresco a este espaço. E mais de Jungle...
Que acham?
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Futebolices!
Depois de um desabafo digno de um assassino em série, eis que volto ao meu registo quase normal. Quando abri o blog sempre foi minha ideia escrever sobre futebol. Mas já vi que hoje estou amarga e demasiados posts amargos iriam afastar ainda mais os poucos leitores do meu pobre blog.
Ainda assim, algumas ideias sobre o que me vai na cabeça. Vi ontem na TV que uma senhora que não recordo o nome (e aqui tenho que me chicotear diversas vezes, e acreditem que o faria se tivesse o dito objecto) foi campeã de atletismo pela nossa nação algumas vezes. Pois, agora a senhora está pobre e, pelo que parece, é empregada de limpeza. A mim não me choca a história da senhora, porque há muita gente pobre e sem emprego (EU TAMBÉM). A mim choca-me que, tal como eu, ninguém tenha dado o devido valor à senhora. Ela foi campeã de atletismo, ganhou medalhas pelo nosso país e a atenção que teve foi pouca ou quase nenhuma. Isto porquê? Andamos ocupados com as pernas do Cristiano Ronaldo e com a maravilha que é o Mourinho e não vemos para além disso. É que me chateia que estes senhores ganhem rios de dinheiro e durante vários anos e a outra senhora vai-se a ver e ainda teve de pagar para trazer uma medalha para casa. É este o apoio que damos ao desporto...
Isto porque, em Portugal, desporto significa FUTEBOL.
Eh pá, mas prometo voltar a este tema quando estiver menos amarga. É que assim tudo de seguida, aprece-me aborrecido.
Ainda assim, algumas ideias sobre o que me vai na cabeça. Vi ontem na TV que uma senhora que não recordo o nome (e aqui tenho que me chicotear diversas vezes, e acreditem que o faria se tivesse o dito objecto) foi campeã de atletismo pela nossa nação algumas vezes. Pois, agora a senhora está pobre e, pelo que parece, é empregada de limpeza. A mim não me choca a história da senhora, porque há muita gente pobre e sem emprego (EU TAMBÉM). A mim choca-me que, tal como eu, ninguém tenha dado o devido valor à senhora. Ela foi campeã de atletismo, ganhou medalhas pelo nosso país e a atenção que teve foi pouca ou quase nenhuma. Isto porquê? Andamos ocupados com as pernas do Cristiano Ronaldo e com a maravilha que é o Mourinho e não vemos para além disso. É que me chateia que estes senhores ganhem rios de dinheiro e durante vários anos e a outra senhora vai-se a ver e ainda teve de pagar para trazer uma medalha para casa. É este o apoio que damos ao desporto...
Isto porque, em Portugal, desporto significa FUTEBOL.
Eh pá, mas prometo voltar a este tema quando estiver menos amarga. É que assim tudo de seguida, aprece-me aborrecido.
Nova teoria
Hoje descobri que começam a exercer em Portugal uma nova espécie de terrorismo, desconhecida para mim, claro! Chama-se o terrorismo psicológico para pessoas desempregadas. Teoria: Como há muita população desempregada e há poucos empregos, a solução será levar os desempregados ao suicídio e descer, assim, as taxas de desemprego! Esta solução teria ainda outra vantagem: como o mundo está superpovoado, diminuiríamos a população!
Parece-me que esta moda está a pegar. E parece-me que, se continuarem assim por mais uns tempos, vai dar frutos. Principalmente junto dos jovens. Não pensem que é uma crítica derrotista e uma história pessoal. Bem poderia ser! Mas não, descansem vossas mentes que não penso nisso. Sou dura de roer e já que estou cá, agora aguentem-me que ainda não viram nada...
Apenas penso nisso porque vejo esse terrorismo ser exercido. E com deleites de mestre! Olha, que quem teve esta ideia era malvado. É claro que, quando confrontado com esta teoria, o criador desta ideia negaria a pés juntos que a teve. E claro, isto se o conseguíssemos encontrar e fazer com que ele admitisse a ideia que teve. O que não me parece nada fácil porque referimo-nos sempre a "eles" quando não sabemos bem de quem estamos a falar. O que para mim tem servido, a não ser que me dê uma fúria assassina e queira começar a matar todos os culpados por certas e determinadas coisas da vida.
Enfim, caros amigos, hoje fiz um post um pouco mais negro, mas também pensei: vir para aqui só escrever sobre insólitos quando, cada vez mais, os insólitos passam a fazer parte do dia-a-dia... Deixou de ter piada.
Parece-me que esta moda está a pegar. E parece-me que, se continuarem assim por mais uns tempos, vai dar frutos. Principalmente junto dos jovens. Não pensem que é uma crítica derrotista e uma história pessoal. Bem poderia ser! Mas não, descansem vossas mentes que não penso nisso. Sou dura de roer e já que estou cá, agora aguentem-me que ainda não viram nada...
Apenas penso nisso porque vejo esse terrorismo ser exercido. E com deleites de mestre! Olha, que quem teve esta ideia era malvado. É claro que, quando confrontado com esta teoria, o criador desta ideia negaria a pés juntos que a teve. E claro, isto se o conseguíssemos encontrar e fazer com que ele admitisse a ideia que teve. O que não me parece nada fácil porque referimo-nos sempre a "eles" quando não sabemos bem de quem estamos a falar. O que para mim tem servido, a não ser que me dê uma fúria assassina e queira começar a matar todos os culpados por certas e determinadas coisas da vida.
Enfim, caros amigos, hoje fiz um post um pouco mais negro, mas também pensei: vir para aqui só escrever sobre insólitos quando, cada vez mais, os insólitos passam a fazer parte do dia-a-dia... Deixou de ter piada.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Velhice!
É para o que estamos guardados! Esta é a frase que mais tenho utilizado nos dias que passaram. E é inteiramente verdade. Soube-se esta semana que uma senhora foi encontrada no chão de sua casa, depois de ter estado lá morta durante oito ou nove anos. Esta foi, para mim, uma das notícias mais violentas dos últimos tempos!
Como é possível que ninguém, para além de uma vizinha que ainda tomou algumas providências, não se tenha importado com aquela pessoa? É uma situação que me aflige porque, cada vez mais, está presente e mesmo perto de nós. Não quero ser fútil no comentário, mas realmente aflige-me e não consigo deixar de pensar muito no assunto e dizer: "É para o que estamos guardados!". Porque realmente é. Se esta situação já acontece agora, imaginemos daqui a uns anos... Do meu ponto de vista, cada vez mais a sociedade é individualista e cada vez mais se preocupa menos com os mais velhos que são arrumados para um canto e só servem quando precisam do dinheiro da sua reforma para uma qualquer situação...
Enfim, só posso mesmo dizer: "É para o que estamos guardados!".
Como é possível que ninguém, para além de uma vizinha que ainda tomou algumas providências, não se tenha importado com aquela pessoa? É uma situação que me aflige porque, cada vez mais, está presente e mesmo perto de nós. Não quero ser fútil no comentário, mas realmente aflige-me e não consigo deixar de pensar muito no assunto e dizer: "É para o que estamos guardados!". Porque realmente é. Se esta situação já acontece agora, imaginemos daqui a uns anos... Do meu ponto de vista, cada vez mais a sociedade é individualista e cada vez mais se preocupa menos com os mais velhos que são arrumados para um canto e só servem quando precisam do dinheiro da sua reforma para uma qualquer situação...
Enfim, só posso mesmo dizer: "É para o que estamos guardados!".
domingo, 2 de janeiro de 2011
E eis quando...
E eis quando, do nada, surge uma estranha e... nos arranca a orelha à dentada! Pois é. Foi isso que aconteceu a uma jovem de Peniche quando saía do carro. Segundo o relato do pai (contado no JN), uma jovem aproximou-se da filha por trás e arrancou-lhe parte da orelha à dentada. Sem justificação aparente, a agressora terá continuado a espancar a jovem caída no chão. Resultado: uma cirurgia reconstrutiva à orelha!
Não sei se é de mim, mas parece-me que o mundo está cada vez mais estranho! Antigamente, quando se ouvia falar em pancadaria entre duas mulheres, falava-se em puxões de cabelos e, no máximo, estalos. Agora fala-se em arrancar parcialmente orelhas. Isto realmente anda diferente. Faz-me pensar que, se calhar, estou mesmo a ficar velha!
Não sei se é de mim, mas parece-me que o mundo está cada vez mais estranho! Antigamente, quando se ouvia falar em pancadaria entre duas mulheres, falava-se em puxões de cabelos e, no máximo, estalos. Agora fala-se em arrancar parcialmente orelhas. Isto realmente anda diferente. Faz-me pensar que, se calhar, estou mesmo a ficar velha!
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