quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Nova casa!

Amigos, passei a casa do meu blog para o sapo. Agora os milhões de pessoas que me lêem diariamente têm que seguir para http://tralhasdaxicamargarida.blogs.sapo.pt/

quarta-feira, 9 de abril de 2014

A taça da dinastia Ming

A taça da dinastia Ming foi leiloada e comprada por um milionário qualquer por   27 milhões de dólares! Aqui em casa tivemos a seguinte conversa:
Eu: eu nunca compraria aquela taça por 27 milhões de dólares, nem que tivesse tanto dinheiro que conseguisse limpar o rabo com ele;
Ele: mas aquelas pessoas têm mesmo muito dinheiro e é uma taça da dinastia Ming;
Eu: Oh, ainda assim!!! Se fosse uma casa, um carro ou um avião, agora uma taça tão pequenina...
Ele: pois, já se fosse maior já compravas para poderes comer o Nestum!!!!


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Recortes do fim de semana #1

Este fim de semana foi assim...




Esta última imagem é de uma caneca. Uma das minhas taras é ter canecas de sítios e coisas que eu goste. Está é dos Monty Python, do filme "Life of Brian". 

E este fim de semana fui mais um bocadinho feliz, porque diz que a felicidade se faz de pequenos momentos e este fim de semana tive muitos!!!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Coisas que me enervam #2

Este post bem poderia ter outro título, mas este serve que nem uma luva. Mas o título também poderia ser algo que tivesse a ver com as palavras vizinhos e barulho.

Quem lida comigo diariamente já conhece as minhas angústias. Pois que agora chegou a hora de as partilhar com o mundo (ou melhor, com as 10 pessoas que leem este blog). Deixem-me só explicar que eu digo muitas vezes "pois que", mas é na brincadeira. Atenção!!! Eu comecei com esta brincadeira depois do Figo andar sempre com o pois que na boca e fiquei eu também. Mas voltando aos vizinhos: então não é que eu já não sei o que fazer.

Começo por explicar a situação: há uns meses mudou-se lá para o lado um vizinho, que eu penso que vive sozinho. Ele tem o hábito de acordar com o rádio a tocar música. Nada de mal, a não ser que a música se ouça no prédio todo e que o quarto dele seja pegado ao meu. E ainda por cima acorda às sete da manhã. Uma gaja não merece ter que acordar uma hora mais cedo! Uma hora é muita coisa, muita coisa mesmo...

Lá andei durante três meses a chatear o senhor que trata da casa e lá consegui que o vizinho começasse a acordar com a música mais baixa. Acontece que de há uns dias para cá ele tem acordado com conversa fiada e hoje acordou com rancho. Sim, pasmem-se: rancho!!! Às sete da manhã estava a tocar o que era para aí o grupo de cavaquinhos lá da terra. E agora, pergunto eu: O que é que eu faço? Vou chatear novamente o homem porque não consigo dormir??? É que começo a pensar que, de tanto chatear, as pessoas começam a achar que eu sou a doida que não dorme de propósito para ver quem anda a fazer barulho...

Mas se achavam que não podia haver pior, eis que surge o insólito!!! O meu vizinho de baixo sofre da coluna e, durante a noite, grita. Sim, grita como se o tivessem a matar... E que faço eu? Vou lá pedir para ele gritar mais baixo e meter as dores num sítio que eu cá sei?? Pois, não posso. O homem tem dores e já pediu muitas desculpas por gritar e, agora, quase só o ouço a gemer...

E pronto, era isto... É mais uma das coisas que me enerva, mas que posso eu fazer? Só me resta mesmo mudar de casa...

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Não é isso que todos queremos afinal?

Já ouvi, por diversas vezes, a nova música do Pedro Abrunhosa com o Camané. Já devem saber qual é, mas ainda assim eu digo: é aquela em que ele diz que quer voltar para os braços da mãe e que fala em emigrar e tal e tal...

Já a ouvi, por diversas vezes, e acabo sempre por ficar com o mesmo sentimento. É assim um misto de nostalgia com tristeza antecipada. Acontece que quando a ouço penso no pessoal que teve que sair de Portugal e de perto das suas famílias para conseguir o que é melhor para a sua vida. Penso no meu irmão (que nos faz cá tanta falta) e que foi... E aqui dá-me a saudade dos que estão lá fora (como tantas vezes ouvia a minha mãe dizer. A expressão lá fora sempre me soou a uma coisa tão longe, tão fora do que eu imaginaria ser possível). E depois penso que ainda não me livrei deste destino que eu sempre pensei ser tão longínquo. Penso que efectivamente estou a trabalhar por cá, por agora, mas penso: será que vou ficar por muito tempo? Será que se não arriscar agora vou ter tempo para arriscar mais tarde? Será que se continuar assim alguma vez vou poder fazer apenas uma parte do que quero fazer? É porque eu já vou com 33 anos (ai o que me custa dizer isto) e toda a gente me pergunta por filhos. E eu respondo sempre que a minha mãe já tem netos que chegue. E é verdade, mas depois penso: oh pá, eu nem um cão posso ter quanto mais um filho... E penso: isto não é nada justo. Eu e o meu mais que tudo trabalhamos muito e no final...

A música põe-me a pensar... E deixa-me sempre com dúvidas sobre o caminho que sigo neste momento. Sou muito feliz, sim, sou. Mas penso que me falta dar o salto... Ter algo mais... Não é isso que todos queremos afinal?

sábado, 18 de janeiro de 2014